Fatos em Fotos - Carandiru

Hoje não irei falar de fotógrafo algum , e sim colocarei fotos do grande massacre que ocorreu no presido do Carandiru em São Paulo em 1992.
Vinte cinco polícias brasileiros foram condenados na madrugada de sábado (03/08/2013)

a 624 anos de prisão, cada um, pelo assassínio de 52 presos durante o massacre na prisão de Carandiru, em São Paulo, no dia 2 de outubro de 1992. No total, morreram 111 detidos.
A rebelião teve início com uma briga de presos no Pavilhão 9 da Casa de Detenção. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar a rebelião no local. Sobreviventes afirmam que o número de mortos é superior ao divulgado e que a Polícia estava atirando em detentos que já haviam se rendido ou que estavam se escondendo em suas celas. Nenhum dos sessenta e oito policiais envolvidos no massacre foi morto. A promotoria do julgamento do coronel Ubiratan classificou a intervenção como sendo "desastrosa e mal-preparada".
Um tribunal brasileiro condenou em abril de 2013, 23 de polícias militares a 156 anos de prisão cada um pelo seu envolvimento na morte de 12 presos durante o massacre.
A sentença foi anunciada de madrugada pelo juiz José Augusto Nardy Marzagão e corresponde apenas à primeira parte do julgamento que está dividido em quatro etapas. Outros três polícias julgados nesta primeira fase foram absolvidos a pedido do próprio Ministério Público.
Em 3 de agosto de 2013, por volta das 4 horas da manhã, o juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo leu a sentença de 624 anos de prisão a 25 réus policiais militares que foram acusados de participação no massacre, especificamente na participação direta na morte de 52 detentos instalados no terceiro pavimento do pavilhão 9. Estes réus foram julgados por um júri composto por 7 homens que foram submetidos a 7.300 perguntas sobre a responsabilidade de cada um dos réus envolvidos.
No conjunto do processo irão ser julgados 76 agentes pelo massacre.
O caso do Massacre de Carandiru é tão complexo que só 26 dos 83 acusados estão em 2013 a ser julgados. Os advogados de defesa dizem que os agentes estavam a cumprir ordens e que não há provas forenses para determinar quem matou os prisioneiros.


Coronel Ubiratan Guimarães








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